Rompendo
discreta, tal manhã sonolenta.
Começando
espreguiçar, atentada ao sinal.
Mediante
nevoeiro, uma friagem cinzenta.
Sinais
em promessa, estacionando outonal.
Olhares,
tristemente perpassando vidraças.
Sentindo
afobação, dos carros apressados.
Luz
clara, dentre nevoeiro, manhã abraça.
Pois
pensamentos serenos, arremessados.
Compostura,
uma adorável cidade coberta.
Laborando
com o desafio, tão costumeiro.
Como
sensação, vagarosamente esperta.
O
combustível arranjado, para o dia inteiro.
Uma
árvore majoritária, ausentada na rua.
Decerto,
conversando, com a temporada.
As
folhas secas soltando, e ficando nua.
Depois
vão brotando, numa outra florada.
Quando
incrível manhã, de promessa tanta!
Dando
coragem, uma esperança criteriosa.
Então
o silêncio, acintoso barulho espanta.
Majoritária
aparecendo, de vestimenta rosa.
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