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sábado, 2 de fevereiro de 2019

PERDÃO

Sou este coração, dirigindo tal razão.
Fugitivo e doce, ás vezes, a explosão.
Presidiário dentre poesia, tanto verso.
Paixão arrebatadora, de amor imerso.

Zanzando triste, em caminho, só meu.
Porém sempre, me pondo, ao lado teu.
Para ouvir um som, da manhã que vem.
Sol beijando areia, e a te beijar também.

Eterno perdão não cabe, jamais suplicar.
Seguindo a lua, para um amor, doutrinar.
Como se perdoa, adquirindo um sossego.
Sendo como for, perdoando em desapego.

Que me falando, como orações sinceras.
Embalada na verdade, como primaveras.
Um perdão jamais, incide desvaler tanto.
Aniquila o orgulho, expondo o lado santo.

Porque me ferindo,tão perdida, não sei.
Procurando uma resposta, me ausentei.
Mil vezes fostes, pelo coração, perdoado.
Pergunto porque? Perdão tão humilhado.

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