Solidão, quando solicitando o meu dia.
Então
eu fico, como o tempo
passado.
Apagando minhas lanternas, á alegria.
Acendendo um lustro, ao desconsolado.
Assim
sou, assim a vida dizendo, quieta.
Abrigando
em mim, quanto esta ordena.
A uma
doce saudade, tristonha acarreta.
Permitindo uma tristeza, entrar em cena.
Ainda
bem, quando um bom tempo, perdi.
Interrogando a mim, conhecendo melhor.
Jamais
pensando em mim, só por ti, eu vivi.
Carregando
tua história, toda ao meu redor.
Enquanto
foram cerrando, as tais portas.
Dizendo
a mim, como viver praticidade.
Libertando, as minhas esperanças mortas.
Doravante indo alheias, á minha vontade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário