Eu
sou como, solidão inteira.
Te buscando aos pouquinhos.
Sou a água, em burburinhos.
Resmungando, na corredeira.
Eu sou um resto, de saudade
.Bruxuleando, pouco a pouco.
Um coração, fendido e louco.
Interpelando, por tal piedade.
Eu sou o vale, as montanhas.
Quando á noite, citam medo
Sou o desvende, e o segredo
A pele que a, tristeza arranha.
Eu sou um verso, estragado.
Quando nem rimando, ideia.
E Imaginando, uma epopeia.
Sonhando, contigo ao lado.
Eu sou o tempo, que passou.
Pondo rastros, no caminho.
Era alegria, era um carinho.
Portanto , o meu bem levou.
Te buscando aos pouquinhos.
Sou a água, em burburinhos.
Resmungando, na corredeira.
Eu sou um resto, de saudade
.Bruxuleando, pouco a pouco.
Um coração, fendido e louco.
Interpelando, por tal piedade.
Eu sou o vale, as montanhas.
Quando á noite, citam medo
Sou o desvende, e o segredo
A pele que a, tristeza arranha.
Eu sou um verso, estragado.
Quando nem rimando, ideia.
E Imaginando, uma epopeia.
Sonhando, contigo ao lado.
Eu sou o tempo, que passou.
Pondo rastros, no caminho.
Era alegria, era um carinho.
Portanto , o meu bem levou.
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