segunda-feira, 22 de junho de 2015

REGRAS

As ruas silenciosamente seguiam.
Assim, trocadas pelos pensamentos.
Outrora, jamais permitiam...
Algo escondido, no esquecimento.

Todavia, sem o antigo sobressalto.
Permitido quando a saudade vem.
Pelas ruas passadas, combalido asfalto.
Portanto voltastes, sorrindo também,

O tempo redigiu, entendido respeito.
Ao amor sentido, sem mesmo querer.
Inocentado amor, tão perfeito...
Iluminado assim, para eu entender.

Jamais campeei regras inventadas.
E tampouco, me entediarei por isso.
Para cada regra, existida,inoculada.
Libertada,em padecer, pelo submisso.




 

Nenhum comentário:

Postar um comentário