sexta-feira, 25 de setembro de 2015

VENTANIAS

Quando o nome secreto, eu assoprei.
Dentre as virações, dentre todo dia.
Saindo livre, assim como a ventania.
Por rumos distintos, assim, te avistei.

Impelidas nuvens, choveram saudade.
Dentro do tempo, simplesmente real.
Um precioso bem, e soando como tal.
Ás ventanias, difundida improbidade.

Em livros folheados, dentro da aragem.
Mostrando uma história, contudo escrita.
Extremosa e buliçosa, invídia incita.
Pontuando medo,á antiga coragem.

Reverso pautado, mas, porém intenso.
Recursos incisivos, marcados nos espaços.
Caindo firmes,só acocharam os laços.
Tornados verídicos,os sonhos propensos.

Em ventania suave, embarcado entardecer.
Pressentidos sonhos, sempre, ali presentes.
Elos profundos, em fortes correntes...
Juntar para sempre, recorrente incorrer.


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