segunda-feira, 3 de julho de 2017

INDELÉVEIS SONHOS

O sonho, como estiagens arejadas.
Depois de uma sombria tempestade
Impetramos uma miragem sonhada.
 Leve arco íris, dentre conformidade.

Jamais probabilidade, eximir sonhos.
O mesmo, dá á vida o combustível...
Mesmo após, longos brancos tristonhos.
Resposta do anseio, surpresa incrível

Cada um, com uma constituição.
Pois sonhar, ainda, não pesa nada.
Basta estendê-lo, em uma oração.
E contemplar réplica, tão esperada.

Sonhar com anjos, quando convém.
Com flores, riachos, montanhas...
Vislumbrar as belezas, que vão além.
Esperar serenamente, tais façanhas.

Cada desejo, um sonho bom contém.
Pautado pela formação cotidiana...
Vestidos de amor, sonhamos bem.

Assim,a paz,brisa leve,livre abana.

Indeléveis sonhos, que me permitiram.
Atravessar a montanha, até outro lado
Se da fé, o vacilo, os mesmos fugiram.
Visto então, o sonho jamais findado.

Caso,um dia souberes da finitude.
Jogados ao vento, ou talvez perdidos.
Antiga esperança, viva e amiúde.
Talvez então,eu,com eles partido.


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