Meu
amor, as estrelas na noite sabem.
O
quanto, meu coração, vive tristonho.
Tristezas líquidas, no olhar não cabem.
Enquanto
adormeço, contigo eu sonho.
Que
ainda caminhas, pelas mesmas ruas.
E
no interfone, toda força do teu contato.
Mas
vivo morrendo, tantas saudade tuas.
Vivo
iterando, contemplando teu retrato.
Um
vento que toca, na lembrança tão tua.
Nenhum
som articulado, de tua doce voz.
Simplesmente
deslembrar, indefere acua.
Adejando
como andorinhas triste e veloz.
Jamais
direi adeus, pois, que meu amor.
Guardado,
dentro do coração, mantenho.
Enquanto existir, relembrarei, paz e dor.
Porque
sois minha vida, tudo que tenho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário