Compondo, os meus versos
de amor
Torno
os meus, caminhos mais puros.
Vivo
tentando, meus sonhos compor.
Sou alguém, tateando amor no escuro.
Minha
condição, sendo
sempre aquela.
Surgindo
, porém devagar, vai embora.
Meu
coração, quão
desnutrida sequela.
Acreditando sempre, o amor tem hora.
Imperceptíveis
pactos, quanto felicidade.
Sentimento
livre,
soando enquanto nato.
Cedendo
lustro ,e
encanta uma
verdade.
Delegando
então,a tal doce rotina ao fato.
Ciente
sorriso cedendo, depois de
chorar.
Então contudo, nos opostos interferindo.
Quando uma sapiência , plantio semear.
Depois regar,
com chuva, que vem
vindo.
Coração,
simples e verdadeiro receptor.
Quando os tempos, lentamente emprega.
Vive
rimando, confundindo
emoção, dor.
Porém
, felicidade, acomodada carrega.
Meus
versos livres,
sempre ressoam.
Ilustrando,
assim, como eu me chamo.
Ecléticos,
tão libertos, saltando
ecoam.
Feliz
condição, alegremente proclamo.
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