Apaguei
a janela, estrelas também.
Portanto
a jazer, triste acostumada.
Exilado
amor, inabilitando também.
Renascendo flor, água estagnada.
Renascer
reforça, cruel veracidade.
Um
amor jazendo, onde
colocamos.
Teu
jeito feliz,
a cativar sem maldade.
Ponto
intenso, seiva de muitos ramos.
Em
monólogo solitário, insisto dizer.
Sempre
foste sensação, pura, crível.
Tentativa
repetida, voltando incorrer.
Razão
vencida, na afeição
imbatível.
Amor,eu
escrevi, em nosso caminho.
E
tantas vezes, em perdão reforcei.
Porém
remotas, como pergaminho.
Comoções
sinceras, contigo avistei.
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