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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

SEIVA

Apaguei a janela, estrelas também.
Portanto a jazer, triste acostumada.
Exilado amor, inabilitando também.
Renascendo flor,  água estagnada.

Renascer reforça, cruel veracidade.
Um amor jazendo, onde  colocamos.
Teu jeito feliz, a cativar sem maldade.
Ponto intenso, seiva de muitos ramos.

Em monólogo solitário, insisto dizer.
Sempre foste sensação, pura, crível.
Tentativa repetida, voltando incorrer.
Razão vencida, na afeição imbatível.

Amor,eu escrevi, em nosso caminho.
E tantas vezes, em perdão reforcei.
Porém remotas, como pergaminho.
Comoções sinceras, contigo  avistei.

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