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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

LAPSOS

Uma arquitetura disseminada, pelo altivo.
Beleza encalçar, a comboiar, o condutivo.
Como bombardeio imperioso, para impelir.
Entardecer inteiro, vem parodiar, e divertir.

Toda emoção catalisada, sempre o indaga.
Pela sensação, aqui acolá, onde alma traga.
Enquanto, uma tarde junta, sonho e viagem.
O sol cochila, piscando, e dando passagem.

Lentamente, milhões de seres, semelhantes.
Lapso profundo acolhe, alheios semblantes.
Astros pagãos, ignorados, assim nomeados.
Em mil anos luz, cientificamente observados.

Mantendo a arquitetura,  tatuada pelas mãos.
Imponente absoluta, imensa perante artesãos.
Pois, fundindo, com a tarde, subindo definha.
Arredando humano, comboiando divina linha.

Quando contemplado, juntamente á crença.
Em  tudo recriando, semelhança, diferença.
Dentro do instante, nascendo  grande ideia.
Simples monólogo, a levantar uma epopeia.

Um grão de areia, fazendo praias e deserto.
Os pequenos distantes, e tão imensos  perto.
Os lapsos  tendo ,simplesmente como provar.
Em divergentes, o jeito de ser, jeito de estar.

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