Á cada
esquina, morto sol, devagar.
Inspirada
eira, no coração sombreia.
Uma
lente escura ,querendo clarear.
Tempo
em fase, simplesmente receia.
O
sol espiando, o novo entardecer.
Reduz os raios trêmulos, no ocaso.
Vagarosamente, ainda
embevecer.
Precipitando,
dúbio sentimento
raso.
Como
ponte, na travessia
sustenta.
Retórica
repete, um singelo abalar.
Uma
solidão, rasgando movimenta.
Inspiração,
um crepúsculo no olhar.
O
coração brande,
constantemente.
Um
corpo passeando,
entre a tardia.
A
noite embarcando, tão displicente.
Abrindo
o retorno,
para toda
poesia.
Apagados
gritos, reprimida entrega.
Os
primeiros raios,
repetindo um
luar.
Corrigidos
detalhes, perfeição agrega.
As
infinitas palavras, saltando a rimar.
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