Sequer
entendes, a
indelével razão.
Trocando
os motivos, pelos mesmos.
Combalidos,
ignóbeis, pretextos, tão.
Encenando
o sonho, em
teus esmos.
Assim,
numa manhã de tez nublada.
Buquês
matinais, a
alma em
repouso.
Aos
dias livres, paixões acomodadas.
Ao
entardecer, os divisares do pouso.
Alimentando
a nostalgia bruxuleante.
Fleumas,
turbulências, nas
esquinas.
Cambalear
cúmplice, retidos instantes.
Lua
escorada, em tuas
alvas neblinas.
Paixão abrange , os aspirados
reversos.
Pairando
no olhar, dentre rei e
mendigo.
Amor,
inerente rima, e calhados versos.
Paixão, fração, induzida apenas contigo.
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