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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

SEQUER

Sequer entendes, a indelével razão.
Trocando os motivos, pelos mesmos.
Combalidos, ignóbeis, pretextos, tão.
Encenando o sonho, em teus esmos.

Assim, numa manhã de tez nublada.
Buquês matinais, a alma em repouso.
Aos dias livres, paixões acomodadas.
Ao entardecer, os divisares do pouso.

Alimentando a nostalgia bruxuleante.
Fleumas, turbulências, nas esquinas.
Cambalear cúmplice, retidos instantes.
Lua escorada, em tuas alvas neblinas.

Paixão abrange , os aspirados reversos.
Pairando no olhar, dentre rei e mendigo.
Amor, inerente rima, e calhados versos.
Paixão, fração, induzida apenas contigo.

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