Quanto
amo, doce sinceridade copiada.
A uma nova estação, sempre despindo.
Preservando
aquela rosa, tão perfumada.
Com
o vento roçando, e as folhas caindo.
Enquanto
espero, sentada num caminho.
Assentando
as palavras, descombinadas.
Doravante, desleixo elegante, redemoinho.
Assim,expressando,hão
de vir as floradas.
As
folhas ressequidas, soltando no vento
Compondo a existência, tão premeditada.
Um
simples comboio, o caminho poeirento.
Outros
tais branquejando, pela neve airada.
Outono,
remexe minhas páginas, devagar.
Escrevendo
umas tardes, como só minhas.
Cumprindo
um desperdício, quase salutar.
Abraçando
tuas noites, saltando nas linhas.
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