Quando
um tempo, caindo neblinas.
Prenunciando,
a leve acomodação.
Uma
brisa suave,
demolindo ruínas.
Oferecendo
a adivinha, com
solução.
Os
ventos soluçam, dentre respingos.
Nas
minhas areias, contendo geladas.
Aquelas
lembranças, tantos domingos.
Causando
sempre, a semana puxada.
Levemente
deixando, num
impreciso.
Foste
levando, minha vida pela mão.
Como
mensagem, um spam, o aviso.
Arredas fugindo,
num qualquer vão.
Assim
lembrança, virando a saudade.
Trazendo consigo, uma consideração.
Contudo,
entre a
mentira, e a verdade.
Vai caindo de dentro, de meu coração.
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