Alivia meu coração, saber que entretanto.
Carrego o feito livre, feito rastro de santo.
Abraçando a tarde, esperançosa da crença.
Designado antídoto,curando toda doença.
Fazendo me saber, o quanta descortesia.
Tal perversidade,que tanto me consumia.
Porém,como orações,chegando devagar.
Abrindo porta e janela,para enfim clarear.
Quanta aleivosia,perante esses escombros.
Aliviando as costas, devolvendo aos ombros.
Enquanto assim doravante,um caminho feliz.
Pobre alma tão errante,eterna alma aprendiz.
Sob a luz sossegada,vem a tarde dormindo.
Dando a passagem á noite,e tranquila indo.
Assim quando a tarde, deixo tranquilamente.
Uma semeadura, para a seara proeminente.
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