Amor
e versos, numa alma,bem escritos.
Singularmente, simples,
tão dominador.
Alacridade
,mas os sofrimentos infinitos.
Benfazejo
livre, um pulcro contaminador.
Amor
retendo, como um espólio, refletido.
Coração,
livre fortaleza, para o suportar.
Mesmo
recusado, o amor, tão imerecido.
Enfadonha
carga, e suave para carregar.
Jamais
desagradando, permanecido amor.
Quando
instituída, dentre a alma verdade.
Complemento
doado, para único
vencedor.
Como
exonerado ,replantado em liberdade.
Repetidamente,
recorrente poder de incidir.
Porém
amar, implica uma doce
contradição.
Uma
existência inteira, um amor para dividir
Também prantear, crueldade, dorida traição.
Livre
e independente, mantendo predileção.
Indiferente,
invisível, para qualquer defeito.
Triste
incômodo, o imperfeito, em perfeição.
Em
ilimitado, arrazoando o pulcro
conceito.
Imenso
espólio, tristeza espalhada ao vento.
Ideais
designados, as angústias sem licença
Embatido
,adverso conduzindo o pensamento.
Quão
profundo, quão iguais ,numa parecença.
Comparado
uma catraia,num mar singrando.
Tormentas,
e quando estas, tão recorrentes.
Um
arenito direto, tocado barco
estilhaçando.
Porém
na alma, flamejando o respingo alente.
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