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terça-feira, 30 de abril de 2019

VOZ DA RAZÃO

Sereníssima e calma, voz do firmamento.
Sussurrando
,em meus ouvidos, eu senti.
Livremente
a sintonia, expressividade vivi.
Suave  noite brilhando
,sob o movimento.

Quanta saudade, podendo eu constatar.
Apagando , lesão irreparável,  também.
Semelhando, um pulcro recado do além.
Quando voz da razão, delibera arrazoar.

Dentre meus caminhos, doridos, pisados.
Mas entardece docemente, o  culto saber.
Tristeza supérflua, implica  te desmerecer.
Deixando meu amor, livre e  abandonado.

Tosca a solidão  revivida, doravante conferi.
Repenso, angústia e mendicância  causada.
Decididamente, enquanto vezes  perdoada
Aferindo uma nobreza, nenhum amor  perdi.

Um tempo em nós, seriamente nos computa.
Entretanto ,cabível a tão  esperada  resposta.
Avaliando, quem ama, mas o  efêmero gosta.
Página tão verdadeira,  quando a vida minuta.

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