A solidão, tantos espinhos,abrolhados em pencas.
Secando assim o amor,numa silenciosa mortalha.
Como barranco ressequido,rechaçando avencas.
No próprio desprezo, tua própria solidão entalha.
Guarde esse inexistente,dentro do coração cruel.
Um espelho narciso,colocando numa cabeceira.
Esboçando a bela imagem,com desprezo e pincel.
Pintando improbidade,á carregar a vida inteira.
Coloque bela moldura, no espelho contornando.
Assim tua solidão,com as palavras convencendo.
Revelada a aleivosia, simplesmente silenciando.
Fintando pobre carente ,sem destino vai vivendo.
Encontra outra qualquer,contando outra história.
Num dialético romântico,revelando humano calor.
Levando vantagem a solidão, trocada pela glória.
Após uma semana, vais simulando um outro amor.
Secando assim o amor,numa silenciosa mortalha.
Como barranco ressequido,rechaçando avencas.
No próprio desprezo, tua própria solidão entalha.
Guarde esse inexistente,dentro do coração cruel.
Um espelho narciso,colocando numa cabeceira.
Esboçando a bela imagem,com desprezo e pincel.
Pintando improbidade,á carregar a vida inteira.
Coloque bela moldura, no espelho contornando.
Assim tua solidão,com as palavras convencendo.
Revelada a aleivosia, simplesmente silenciando.
Fintando pobre carente ,sem destino vai vivendo.
Encontra outra qualquer,contando outra história.
Num dialético romântico,revelando humano calor.
Levando vantagem a solidão, trocada pela glória.
Após uma semana, vais simulando um outro amor.
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