Enquanto um sonho desce,perante a cidade.
A multidão dormindo,também pode sonhar.
O pleno zelo,vendendo cores,com habilidade.
O sonho podendo,simplesmente se concretizar.
Pintando as nuvens, nas calçadas do infinito.
O vento soprando leve, para cores amenizar.
Consciência viajando,perpassando tal conflito.
Testemunhando, qual novo pleito, a investigar.
Abrindo os braços, a noite estende, seu lençol.
E as estrelas,mesmo dormindo,sabem brilhar.
Ao fim do dia,sobre a montanha, dorme o sol.
Jogando lustros, espirra o ocre,em todo lugar.
Tardando assim,quando ainda, tempo vem.
Vive encontrando, tanta cor,tão misturada.
Simplicidade,uma bainha, cerzida contém.
Remota roupa,por mãos divinas, costurada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário