Meu
amor, quando minha manhã domingueira.
Ressaltando meu desejo, de caminhar ao vento.
Literalmente,
vou te carregando, no pensamento.
Enquanto,
de tua saudade,eu impregnada inteira.
Uma
janela quadrada, entendendo mais merecer.
Precisamos
do vento ligeiro, roçando os sentidos.
A
onda mar, dançando na areia, o imenso ruído.
Uma
revoada, da solitária gaivota, no entardecer.
Meu
amor, quando o dia termina e não volta mais.
Estamos
deixando para trás, nossos desejos também.
Entendo
eu, tua dedicação de anjo, amar é um bem.
Porém,
caibamos juntos, dentre os anseios, tão vitais.
Toque de tua mão, ficando está, distante de
tudo.
Quando
uma vida realmente, este pede primeiro.
Enquanto
simplesmente, aguardando pelo inteiro.
Pelo
amor tão verídico, tão gritante, porém
mudo.
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