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sexta-feira, 26 de julho de 2019

SINCERIDADE

Quando revelei, meu amor sentido.
Parece tu, não me entendeste bem.
Amor o frasco, juntos a ser diluído.
Mas tu apartaste, como te convém.

Como se meu coração, fosse o nada.
Apenas tais momentos, eu existindo.
Supondo eu , tantas, em tua estrada.
Embora te amando, mas estou indo.

Teu amor apenas, mais um disfarce.
Que tu deves usar, para todas elas.
Vieste impondo tu, para teu escarce.
Bloqueando a mim, nas tuas janelas.

Embora te ame, mas eu sigo em paz.
Meu amor próprio, vindo então pedir.
Quando sem o tal, jamais se compraz.
 Amor, verdade em ver, tocar, e sorrir.

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