Entendo, que eu nascera,
para ser feliz.
Embora
vivera errando, para aprender
O orgulho, uma determinante cicatriz.
Que
ás vezes, eu carrego, em meu viver
Por
buscar a perfeição, em tudo, então.
Assim,
tão melindrada, comigo mesma.
Orgulho,
a capacidade, de tapar o vão.
A
solitária folha, desapegada da resma.
Imaginara
eu, sendo em tudo perfeita.
Enquanto
vivendo, sem nada aprender.
Impossibilitada,
elaborando uma recita.
Martelado
num tédio, o meu pleno viver.
Eu
fora o risco, a fotografia embaçada.
E
ainda eu fora, um antigo mata borrão.
Uma
rachadura, enfeando uma calçada.
Também
o pó tirado, pelo pano de chão.
Contudo
assim, entendera completamente.
Verdadeiro sentido, da antiga escolha
feita.
Quando
inusitando,assevera simplesmente.
Atire
a primeira pedra, ante a tua colheita.
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