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sábado, 13 de julho de 2019

ORGULHO

Entendo, que eu nascera, para ser feliz.
Embora vivera errando, para aprender
O orgulho, uma determinante cicatriz.
Que ás vezes, eu carrego, em meu viver

Por buscar a perfeição, em tudo, então.
Assim, tão melindrada, comigo mesma.
Orgulho, a capacidade, de tapar o vão.
A solitária folha, desapegada da resma.

Imaginara eu, sendo em tudo perfeita.
Enquanto vivendo, sem nada aprender.
Impossibilitada, elaborando uma recita.
Martelado num tédio, o meu pleno viver.

Eu fora o risco, a fotografia embaçada.
E ainda eu fora, um antigo mata borrão.
Uma rachadura, enfeando uma calçada.
Também o pó tirado, pelo pano de chão.

Contudo assim, entendera completamente.
Verdadeiro sentido, da antiga escolha feita.
Quando inusitando,assevera simplesmente.
Atire a primeira pedra, ante a tua colheita.

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