Meu
querido, por favor, aplaque tudo!
As ações, palavras, que nos magoaram.
Insistente
crueldade, um espezinhe mudo.
Mortalhas silenciosas, que nos
silenciaram.
Fora
uma constância fiel, fora o encanto.
Porém,
toda aquela doçura, vertida em fel.
Sendo
eu sempre o algoz, tu sempre santo.
Estreitando
os limites, tanta frase tão cruel.
Chorastes a tua solidão, ao me encontrar.
Eu feliz também, me sentira privilegiada.
Finda
solidão, conjugando o verbo amar.
Porém,
novamente ,desviastes tua estrada.
O
orgulho ,uma besteira total e pronta.
Que o
tempo, me ensinara desvencilhar.
Entardecendo,
e tu ainda a vida afronta.
Enquanto
a felicidade, ensina a flexionar.
O
inflexível quebra, como um galho seco.
Nenhuma seiva mais, tem para envergar.
O
amor um privilégio, atirastes num beco.
Porém,
para salvá-lo, bastando tu voltar.
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