Quando uma sensação, de ser
amado.
Comovendo um ser, quão impetuoso.
Fintando um coração, triste, cansado.
Aliviado este, sob um galho frondoso.
As sístoles, voltando num compasso.
Como um dedilhar , bem compassado.
Folha branca, restaurando o amasso.
Triste vaso ressequido, sendo regado.
Quando alguém, tal termo pronuncia.
Para outro alguém, muito machucado.
Uma vida escrevendo, e como simetria.
Esbarrando o divino, junto do narrado.
Como uma pétala, esperada e tanto.
Quando jardim espera, murchada flor.
Foste como vento, secador de pranto.
Na articulação livre, da palavra amor.
Amar alguém, uma refletida alegria.
E sempre expede, a melhor resposta.
É esperar a noite, agradecendo o dia.
Quanta esperança, numa alma posta.
Comovendo um ser, quão impetuoso.
Fintando um coração, triste, cansado.
Aliviado este, sob um galho frondoso.
As sístoles, voltando num compasso.
Como um dedilhar , bem compassado.
Folha branca, restaurando o amasso.
Triste vaso ressequido, sendo regado.
Quando alguém, tal termo pronuncia.
Para outro alguém, muito machucado.
Uma vida escrevendo, e como simetria.
Esbarrando o divino, junto do narrado.
Como uma pétala, esperada e tanto.
Quando jardim espera, murchada flor.
Foste como vento, secador de pranto.
Na articulação livre, da palavra amor.
Amar alguém, uma refletida alegria.
E sempre expede, a melhor resposta.
É esperar a noite, agradecendo o dia.
Quanta esperança, numa alma posta.
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