Era apenas, mais um domingo
acanhado.
Resmungando sozinho, este meu coração.
Quando simplesmente, ouvira o chamado.
Equalizando, meu despertar para razão.
E fora então, no teu rosto perpetuado.
Abonando ênfase, ao momento preciso.
Assim quando coração ,sendo abordado.
Sem jamais relampejar ,o lustro indeciso.
Enquanto a solidão, para longe mudara.
Eu vestira, meu fim de dia, de esperança.
E a noite regidas ,sob uma Diana clara.
Acendendo em mim , à luz da confiança.
Amo- te tanto, quanto jamais imaginara.
Amar alguém vestindo, uma tal sensação.
Tanto a voz,como a tua imagem apagara.
Doravante em mim,toda uma consternação.
Quero viver meus dias, vendendo flores.
Embora sinta, todo sofrimento alheio.
Para cada atitude, vou soletrar amores.
E ao meu amor, explicado,a que este veio.
Resmungando sozinho, este meu coração.
Quando simplesmente, ouvira o chamado.
Equalizando, meu despertar para razão.
E fora então, no teu rosto perpetuado.
Abonando ênfase, ao momento preciso.
Assim quando coração ,sendo abordado.
Sem jamais relampejar ,o lustro indeciso.
Enquanto a solidão, para longe mudara.
Eu vestira, meu fim de dia, de esperança.
E a noite regidas ,sob uma Diana clara.
Acendendo em mim , à luz da confiança.
Amo- te tanto, quanto jamais imaginara.
Amar alguém vestindo, uma tal sensação.
Tanto a voz,como a tua imagem apagara.
Doravante em mim,toda uma consternação.
Quero viver meus dias, vendendo flores.
Embora sinta, todo sofrimento alheio.
Para cada atitude, vou soletrar amores.
E ao meu amor, explicado,a que este veio.
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