Acanhado,
o meu coração,
novamente.
Resolvido,decidido,permanece
calado.
Ou simplesmente, como broto aparado.
Em
ressequida terra, perdida semente.
Quanta
inocência, agora animosidade.
Repetindo
palavras, tão fora de moda.
Estranha
primazia, o sentimento poda.
Então
vai diluindo, sem deixar saudade.
Indiferente,
meu coração se mantém.
Enquanto
o meu corpo, nada precisa.
Sentimento
desfeito, vestindo camisa.
Busca
respostas, que o amor não tem.
Uma
muralha imensa, fora edificada.
Impedindo
assim, o nobre sentimento.
Lograda efígie,
foge do pensamento.
Então
uma história, ao vento jogada.
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