Temporâneas
primaveras, a mim vieste.
Sob
um sol escaldante, a luz campestre.
Como
doce rajada, porém, vento fugitivo.
Ventania
itinerante, o
lustro luar festivo.
Quisera
eu,encontrar, um caminho certo.
Aproximar,
para sempre, e tocar de perto.
Desaparecido,
entre as silhuetas da cidade.
Contudo
soubeste, incutir
em mim, saudade.
Vestido
de rosto sereno,
um olhar menino.
Fugindo
ás cirandas da noite, tal peregrino.
E meu
coração enfeitiçado,impelido,porém.
Insuflado
dentre meu peito,te aguarda bem.
Vez
ou outra desaparecendo, deixa um vazio.
Deixando
um sentimento, contraposto ao frio.
Os
dias passam, e então reflito,
a todos passar.
E em
sintonia contigo, minha
solidão esvaziar.
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