A cor
do fato, que só o coração sabe.
Sabe
em silêncio, flexioná-la também.
Importar
a essência, e ao que nela cabe.
Quem
dilatar no amor, felicidade tem.
As
canções, sons perdidos, que creem.
Virem
de um cerne ,repleto de saudade.
O
silêncio , como só as estrelas
veem.
Descolando livres , vão pela entidade.
Quando
a chuva,vem extraindo flores.
Os lindos brotos se esticando devagar.
Farão
assim, abrangendo os amores.
Reinventados,
dentre simples brotar.
Temporada,
prendendo quando solta.
Jazem recorrentes, tais letreiro escritos.
Mão
apertando ,quem vai, quem volta.
Um
abstrato , aos concretos do infinito.
Como um abraço ,enviando pela voz.
Um
beijo escrito , dentre a recordação.
E um bordado encurtando, um retrós.
Nas destemidas vozes descomplicarão.
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