quarta-feira, 17 de junho de 2015

CANÇÃO

Basta ouvi-la, pela vez primeira.
Alma na juventude, e no coração.
Serenata que refreava inteira.
Excêntrico relato, de tal sensação.

O tempo minutou, classicismo.
Em tantas vezes, que pôs sonhar.
Silenciosa praça, sonho, ostracismo.
O coração, despertado, para amar.

Assim, completo, despreocupado.
Jamais imaginava, que poderia.
Em canções permanecer gravado.
E entre contrastes, sobreviveria.

Vieram as primeiras desilusões.
As tolas lágrimas vieram também.
Sempre zeladas, por belas canções...
Eternas,o tempo, ainda as mantêm.


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