sábado, 18 de julho de 2015

IMPOSSÍVEL


Quando a fé ensina mudar.
O curso dos dias, também.
Impossível, não rir, não chorar.
Mas, predominância intervém...

Que chega junto, com o sonho.
Transforma, qualquer estrutura.
Quando o oneroso risonho.
A assentar, na vida lisura.

E tudo se encaixa certo.
Como, duas mãos se tocando.
Um reflorestar esperto...
Em possibilidade, brotando.

Ás vezes parecem desabarem.
Os catálogos do firmamento...
Fazem as crenças, se juntarem.
Todas, em dado momento.

Impossível, não acreditar.
Olvidar, a visão mais bonita.
O invisível faz se achegar.
A quem, simplesmente, acredita.


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