segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

SEM NOME

Quando meu coração,decidiu por mim.
Decididamente colocou-me em tuas mãos.
Leve começo,sem jamais admitir um fim.
Elevado ao  limite,da melhor compleição.

Então,a vida passou a cultivar  alegria.
Que me distanciava  sempre da tristeza.
Em uma paz ,elucidada em harmonia.
Contemplando em mim,tal delicadeza.

Quando o tempo resolveu dirigir termos.
Que necessariamente,eu precisava ouvir.
Compreendendo,dessa elevação os ermos.
Encontrei uma lógica,dentre a alma agir.

Teu olhar sereno,diz palavras tão claras.
Que  o coração,sequer consegue verbalizar.
Junta a compostura, de uma história rara.
Que apenas quem ama,sabe assim,avaliar.

O encanto que dissemina dentre alegria.
Põe,mais perto de uma vida  pacificada.
Harpa que os anjos,operam em maestria.
Canção solene, que pelo amor inspirada.


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