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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

AS TURBINAS

Enquanto ensejo, avaliar fielmente.
O que me define, como criatura ser.
Fazendo parte, desta cadeia fluente.
Ensejando um motivo, para eu viver.

Com o coração, dentro de meu olhar.
Tocando serenamente, na minha mão.
Fundindo o vão, entre viver e sonhar.
Esperança levada,nos vitrais da visão.

Onde a essência admira, e reconhece.
Sentindo o desconforto, mas o abraço.
As turbinas do tempo,o sonho acresce.
Em tudo que vejo,e em tudo que faço.

Jamais procrastino, quando erro tanto.
Em nova tentativa,contendo o segredo.
Uma reza bendita,reconhecendo santo.
A coragem autêntica,esvaindo um medo.

Meu livre arbítrio, gritando muito alto.
O silêncio que me toma, como verdade.
Como imensa avenida, o vão do asfalto.
Partícula categórica, contendo vontade.

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