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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

JANELA


Uma vida pulsando, em plena janela.
Feito a vida inanimada, e enfim, ela.
Cogumelos e cores, brancos pastéis.
Plagiando vida, e Monet nos pinceis.

Decorando com dedos, a obra divina.
Pois, dado toque, ressurgiu repentina.
Decorados, como um dicionário feito.
Recriação da vida, num lapso estreito.

Cogumelos, que surgem em meu olhar.
Tento, acima de tudo, tudo desvendar!
Um folguedo, num sopro da Natureza.
Em minha janela,  estupenda surpresa!

Nascera na noite, assim tão silenciosa.
Como num espinho, e também na rosa.
Quão lindos cogumelos e rapidamente.
Abrolham á estopa, e saltam á semente.

Porém, num descuido qualquer, pois.
Surgira como o dia, surgiram os dois.
Sombrinhas abertas, em minha janela.
Sendo a flor, um guarda-sol sentinela.

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